Leal Santos

Leal dos Santos trava uma «luta desigual»


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Com a desistência de Al-Attiyah, o português Carlos Sousa (Haval) subiu a sétimo de geral, após igual classificação no dia. Chegou a 22.36 e está a 1:44.27 de Peterhansel, na geral.


O piloto da equipa chinesa Great Wall não só passou Al-Attiyah como colocou mais pressão sobre o atual sexto, o russo Leonid Novitsky (Mini), para quem reduziu o atraso para 15 minutos.


«Foi um dia longo e desgastante, que conseguimos ultrapassar sem grandes problemas, apesar de algumas passagens perigosas fora de pista e algum trabalho de navegação. O único verdadeiro desconsolo é não conseguir acompanhar o andamento dos Mini», desabafou no final, classificando a luta de «desigual mas a levar até ao fim».


Sobre Novitsky, diz que não é fácil ganhar a posição, mas que vai tentar: «Mesmo sabendo que não será fácil anular esta desvantagem até final, vamos tentar continuar a colocar-lhe alguma pressão nas etapas que se seguem».


Novamente a atacar esteve Ricardo Leal dos Santos (Mini), quinto na etapa, a 15.23 do primeiro. Mais uma boa etapa, que lhe valeu novo “salto” na classificação, de três lugares, para 12.º, a 3:57.40 do líder.


«A etapa é uma clássica desta versão sul-americana do Dakar, com a sua descida final espetacular para a chegada em Iquique. Correu-nos muito bem, apesar de um furo, um pouco depois de termos passado pelo Carlos Sousa, que voltámos a ultrapassar já depois da neutralização», disse Leal dos Santos, que ainda acredita no top-10.


«Está cada vez mais próximo, mas o importante continua a ser rodar junto dos meus companheiros da frente, para os apoiar em caso de necessidade», acrescentou, à chegada a Iquique.


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